A Sociedade Alternativa

16 de Agosto de 2008

Acredito que as pessoas que me são contemporâneas, ou seja, na faixa de idade por volta dos 40-50, já tenham conhecido as músicas “Sociedade Alternativa“ ou “Novo Aeon”, cantadas pelo saudoso Raul Seixas.

Para relembrar, segue um pedacinho de “Novo Aeon”.

“Sociedade alternativa, Sociedade novo aeon, É um sapato em cada pé, É direito de ser ateu, Ou de ter fé, Ter prato entupido de comida, Que você mais gosta, É ser carregado, ou carregar gente nas costas, Direito de ter riso de prazer, E até direito de deixar, Jesus Sofrer”.

Estas músicas, principalmente “Sociedade Alternativa”, motivos de especulações e estórias fantásticas, são apologia à “Lei de Thelema”, que tem como mote principal a frase “Fase o que tu queres pois é tudo da Lei”.

Dizem as más “ou boas” línguas, que o nosso Raulzito, juntamente com Paulo Coelho, eram seguidores de uma figura polêmica, chamada Aleister Crowley, um místico, nascido na Inglaterra em 1875, que oscilava entre, o que eu chamaria de “Os dois lados da Força”. Para falar de Aleister Crowley, um artigo não teria espaço suficiente, talvez nem um livro, tão rica foi a sua estada neste nosso planeta. Motivo de verdadeiras teses acadêmicas, Aleister se intitulava “A Grande besta 666”. Crowley é considerado por diversas autoridades no assunto, como um dos maiores estudiosos de ocultismo e de esoterismo de nossa época. Dizem que aos 4 anos de idade já sabia ler e tinha curiosidade em ler a bíblia. Escritor profícuo, deixou uma infinidade de livros. Suas teorias tentam nos ensinar como entrar em sintonia com o que ele chamava de “Sagrado Anjo Guardião”, em inglês, “Holy Guardian Angel”, que era uma forma de energia interna, que nos possibilitaria o contato com outras dimensões e modificaria profundamente a nossa vida. Polêmico, suas idéias provocavam muitas discussões entre os estudiosos, principalmente quando desenvolveu técnicas de sintonizar energias através de ritos sexuais, usando o Tantrismo como um dos métodos.
Imaginem o escândalo que ele provocou nos meios religiosos, que o consideraram herege e o perseguiam de todas as maneiras. Crowley foi um dos primeiros a propagar uma Nova Era, que chegará, onde todos os métodos criados por ele teriam sentido.

Em Setembro de 1971, Raul e Paulo Coelho fundaram uma Sociedade Secreta, com o nome de “Sociedade Alternativa”, que hoje muito pouca gente sabe que fim levou, ou se mesmo teve algum fim. Esta Sociedade era baseada na já citada “Lei de Thelema”. Essa Lei, meio complicada de
se entender, não é para ser interpretada como uma licença para satisfazer cada capricho vivido, porém antes um mandato a descobrir a sua única e Verdadeira Vontade e perseguí-la, deixando outros fazerem o mesmo em seus únicos e próprios caminhos. “Todo homem e toda mulher é uma estrela”. Eu só tenho notícia da publicação deste livro apenas uma vez, no Brasil, em 1976, em plena ditadura. No entanto, foi misteriosamente retirado de circulação. Hoje, podemos encontrar alguma coisa na Internet, mas, como todos sabem, os dados na Internet devem ser cuidadosamente verificados no que diz respeito à sua veracidade.

Está aí, caro leitor, um assunto fascinante. Se o leitor quiser saber mais sobre estas figuras interessantes, pode ir em www.ayltondoamaral.com, ou
http://www.casadobruxo.com.br/textos/lei.htm.

Segue a letra de Sociedade Alternativa, de Paulo Coelho/Raul Seixas.

Viva! Viva!
Viva A Sociedade Alternativa
(Viva! Viva!)
Viva! Viva!
Viva A Sociedade Alternativa
(Viva O Novo Eon!)
Viva! Viva!
Viva A Sociedade Alternativa
(Viva! Viva! Viva!)
Viva! Viva!
Viva A Sociedade Alternativa…
Se eu quero e você quer
Tomar banho de chapéu
Ou esperar Papai Noel
Ou discutir Carlos Gardel
Então vá!
Faz o que tu queres
Pois é tudo
Da Lei! Da Lei!
Viva! Viva!
Viva A Sociedade Alternativa…
“-Faz o que tu queres
Há de ser tudo da Lei”
Viva! Viva!
Viva A Sociedade Alternativa
“-Todo homem, toda mulher
É uma estrêla”
Viva! Viva!
Viva A Sociedade Alternativa
(Viva! Viva!)
Viva! Viva!
Viva A Sociedade Alternativa
Han!…
Mas se eu quero e você quer
Tomar banho de chapéu
Ou discutir Carlos Gardel
Ou esperar Papai Noel
Então vá!
Faz o que tu queres
Pois é tudo
Da Lei! Da Lei!
Viva! Viva!
Viva A Sociedade Alternativa
Viva! Viva!
Viva A Sociedade Alternativa…
“-O número 666
Chama-se Aleister Crowley”
Viva! Viva!
Viva! A Sociedade Alternativa
“-Faz o que tu queres
Há de ser tudo da lei”
Viva! Viva!
Viva! A Sociedade Alternativa
“-A Lei de Thelema”
Viva! Viva!
Viva A Sociedade Alternativa
“-A Lei do forte
Essa é a nossa lei
E a alegria do mundo”
Viva! Viva!
Viva A Sociedade Alternativa
(Viva! Viva! Viva!)…

Templários, mitos e verdades.

9 de Agosto de 2008

Lá pelo ano de 1119, durante as Cruzadas, logo após os Cruzados terem tomado Jerusalém e promovido uma das maiores carnificinas da história, comparadas (respeitando as devidas proporções) com a tragédia do Holocausto na segunda guerra mundial, um personagem, de nome Hugo de Payens, pediu uma audiência ao então protetor (rei) da cidade. Obtendo a audiência e comparecendo no dia marcado, Hugo de Payens e mais sete homens propõe a criação de uma ordem de cavaleiros com o objetivo de defender os peregrinos que iam á cidade santa, mas eram atacados pelo caminho por bandidos. O Rei então permitiu que se criasse a ordem de cavaleiros, e deu como sede as ruínas do antigo templo de Salomão, onde os árabes haviam erguido uma mesquita, que estava desativada na ocasião, servido de estábulo.

Devido á pobreza de sua sede e á falta de recursos, a ordem foi denominada “Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão”. Ao verem que estavam em um local extremamente importante para a história, estes cavaleiros começaram a promover escavações neste local e é aí que começam as especulações. A mais interessante delas é que estes cavaleiros terem encontrado tesouros e documentos de importância tal, que, ao apresentarem ao papa, foi criada uma bula dando poderes excepcionais a esta ordem, além de diversas regalias, como agradecimento aos serviços prestados. Outros especulam que os documentos encontrados comprometeriam de tal forma a igreja, que os Templários a chantagearam, ganhando assim as benesses.

Seja qual for a teoria, o fato é que esta ordem adquiriu tal poder e importância no mundo, que não havia rei, papa ou outro dignatário que pudesse lutar contra esta ordem, inclusive alguns reis deviam até dinheiro para os templários. Dentre estes devedores estava o rei da França, Felipe IV, também conhecido como “O Belo”, que possuía poderes um pouco maiores que os outros reis, pois tinha o papa em sua mão. Clemente V tinha sido feito papa, com total ajuda de Felipe IV, e ficou devendo diversas obrigações ao rei. Contando com isto, Felipe IV deu início á uma grande operação de desmonte da ordem dos Templários, culminando com a prisão de seu Grão Mestre Jacques de Molay.

Foram forjadas diversas acusações, começando com heresia, indo até pederastia, adoração ao demônio, etc. Felipe então tem o seu intento cumprido, Jaques de Molay é queimado na fogueira da inquisição. Diz uma lenda que nos estertores da morte Jaques de Molay diz a seguinte frase, com diversas versões, uma delas diz: “Intimo o papa Clemente V em quarenta dias e Felipe o Belo em um ano, a comparecerem diante do legítimo e terrível trono de Deus para prestarem conta do sangue que injusta e cruelmente derramaram.”

A lenda continua dizendo que todos os prazos foram cumpridos, ou seja todos os algozes foram mortos dentro dos prazos dados por Molay, seja por ordem divina, ou por ações realizadas pelos Templários remanescentes que escaparam das perseguições.

Após isto diversas ordens surgiram e são tidas por alguns autores como herdeiras dos Templários, das quais podemos citar a Ordem de Cristo, criada em Portugal, e originária das grandes navegações, dizem que os Templários já conheciam a rota pra o Brasil desde o ano 1300, e que o suposto “acidente” de Cabral, foi uma estória forjada para esconder este segredo. A Maçonaria, dizem, se mesclou com os templários e adquiriu suas características e conhecimentos. Os cavaleiros Hospitalários, que além de herdarem conhecimento, ficaram com a maioria dos seus bens. E outras tantas que levaríamos muito tempo para descrever tomando o tempo dos leitores.

As lendas que existem podem ser numeradas às centenas sem exageros, diversos Best Sellers foram publicados, cada autor colocando sua teoria, seja em forma de romance ou de afirmativas que as lendas são verdade absoluta.

Aconselho a quem gosta do assunto ler bastante, pois literatura existe aos milhares, e continua e continuará sendo um assunto bastante instigante para aqueles que gostam de pesquisar mistérios, como este que lhes escreve. Tenham certeza que, o que foi escrito acima, nem sequer conta um décimo de toda a história, com suas diversas lendas, interpretações e polêmicas.

O Mistério de Moisés

26 de Julho de 2008

O Mistério de Moisés.

Caro leitor, considero o assunto desta semana, um dos mais fascinantes dentre vários que tenho o prazer de estudar. Talvez seja pelo mistério, talvez pelas especulações, provavelmente pela polêmica que este assunto encerra.

Trata-se de teorias sobre uma das figuras mais conhecidas do mundo, e ponto de concordância das três mais importantes religiões monoteístas do mundo, que, aliás vivem e viviam se batendo, no entanto adoram o Mesmo Deus e possuem vários pontos em comum.

Moisés é um deles.

Historicamente, e de forma científica quase nada existe sobre Moisés. Mas, de forma nenhuma devemos negar sua existência, pois onde há fumaça há fogo e nenhum de nós é o dono da verdade absoluta.

A História bíblica conta que Moisés foi uma criança que escapou de uma matança de crianças, ordenada pelo Faraó do Egito, (talvez seja o Faraó Seti I). A mãe de Moisés então para salvar o filho, colocou-o em um cesto e fez boiar pelas águas de um rio. O cesto foi encontrado pela sobrinha no faraó e esta o criou como um filho, dando uma educação de príncipe. Segundo alguns teóricos, Moisés foi criado como um irmão de Ramsés, que seria futuramente Ramsés II, também chamado “o grande”, que foi o maior Faraó que o Egito já conheceu. Segundo a Bíblia, Moisés mata um soldado que estava agredindo um trabalhador Hebreu e para escapar da punição, fugiu do Egito. Passou um tempo vagando no deserto, tomando então conhecimento de sua missão que seria libertar o povo Hebreu do jugo do Egito. Finalmente consegue seu intento e então lidera este povo em sua busca pela terra prometida, Moisés contribuiu de forma importante para a consolidação da religião Judaica, criando princípios que a tornaram bastante forte e são seguidos até hoje.

Uma outra versão, trata da ligação do nosso herói com uma figura bastante importante do Egito, tanto pela polêmica e mistério, quanto pela sua contribuição para a evolução das crenças Egípcias.

O Faraó Amenofis IV.

Este Faraó, mudou seu próprio nome de Amon-Ofis ( “Deus se compraz” ) para Akhen-Aton ( “Isso compraz Deus” ). Seus pais foram o Rei Amenófis III e a Rainha Tiy; teve duas esposas: a primeira foi a Rainha Kiya que teve um filho chamado Tutankhaton (posteriormente mudaria o nome para Tutancâmon), a segunda esposa foi a Rainha Nerfertiti, considerada uma das mais belas mulheres do Egito antigo. Nefertiti teve seis filhas, onde uma delas Ankhesenaton, casou-se com Tutankhaton, tornando-se em breve a futura rainha do Egito. A mãe de Akhenaton, a Rainha Tiy governou o Egito por um período até que o príncipe Amenófis IV ( Akhenaton ) tivesse condições de governar. Akenaton era um ser diferente, tanto fisicamente como mentalmente. Passou a infância em outras terras e iniciou no Egito o culto ao Deus único, representado pelo sol. Os historiadores só conhecem este Faraó como sendo o único Faraó monoteísta do Egito. Com o tempo passou a adotar um estilo artístico que, segundo especialistas, trazia nas entrelinhas conhecimentos místicos e esotéricos da mais alta ordem. O inevitável então aconteceu. Akenaton entrou em disputa com o clero egípcio estabelecido há milênios, esta luta foi sangrenta e longa, trazendo grande desgaste a Akenaton e seu governo. Os sacerdotes na época o acusavam de se dedicar excessivamente ao seu Deus e deixar de lado as obrigações de governo. O Faraó foi acusado de displicência com relação ao seu reinado, pois nesta época, o Egito perdeu diversas terras conquistadas para os seus inimigos.

A morte de Akhenaton é polemica, alguns dizem que foi uma conspiração do antigo clero, outros dizem que viveu como eremita até a sua morte, na realidade ninguém sabe qual foi o fim deste Faraó. Foi observado que a tumba de Yuya e Tuya , pais da rainha Tiy, contém artefatos funerários de Amenófis III, Tiy e suas filhas, mas nenhum de Akhenaton. Estudiosos acreditam que Amenófis IV voltara do exterior para derrubar o pai do trono, outros dizem que é muito improvável, se levarmos em conta a natureza pacífica de Akhenaton e suas aspirações teológicas. A partida de Akhenaton é tão misteriosa quanto sua ascensão ao trono do Egito.

O que tem Moisés com Akenaton então ?

Os autores que defendem esta posição dizem que existem diversas coincidências que nos levam a concluir que Moisés e Akenaton, na verdade seriam a mesma pessoa.

A principal delas é a crença em um deus único.

Segundo a Bíblia, Moisés sofria de um distúrbio da fala e precisou do apoio de seu irmão Aarão para se comunicar. Ou seja, Moisés falava outra língua que não o hebraico, pelo menos no início de suas relações.

Outra coisa interessante é que os Egípcios já praticavam a circuncisão, muito antes da orientação de Deus dada a Moisés, que passou a ser um costume Judaico até nossos dias.
A origem dos Levitas também é polêmica. Os Levitas eram aqueles escolhidos dentro do povo Hebreu, para realizarem os ofícios sacerdotais. Dizem que os Levitas seriam os seguidores originais de Akenton, seus criados e pessoal mais próximo.

A alimentação Kosher (Ídiche) ou Casher (Hebraico), também pode ser considerada indício, devido à inclemência do clima desértico e as condições de higiene na ocasião.

Afirmam também que existe muita semelhança entre os hinos a Aton compostos pelo faraó e os Salmos da bíblia.

Um dos grandes estudiosos desta teoria foi Sigmund Freud, considerado o pai da psicanálise. Freud encontrou importantes coincidências entre a religião de Akhenaton e os ensinamentos de Moisés. Como exemplo, citamos um rascunho escrito em julho de 1934, por Freud, que tempos mais tarde integraria o livro Moses and Monotheism (Moisés e Monoteísmo).
Uma revista alemã, chamada Imago, publicou no ano de 1937 um artigo chamado “Moses an Egyptian” (Moisés um Egípcio), que diz: “O povo judeu diz: ‘Schema Yisrael Adonai Elohenu Adonai Echod’.” (‘Ouça, Ó Israel, o Senhor teu Deus é um Deus’.) Como a letra hebraica d (Dalet) é a transliteração da letra egípcia que tem o som de “t” e a letra “e” vira a letra “o”, esta frase do povo judeu poderia ser traduzida como: “Escute, Ó Israel, nosso Deus Aton é o único Deus”.

Os estudiosos que não concordam com a teoria da mesma pessoa, dizem que Moisés simplesmente aprendeu com o povo egípcio estes costumes e os transmitiu aos seus seguidores, pois Ramsés II é posterior a Akenaton.

Existem muitas outras teorias, concordantes e discordantes, que por falta de espaço e respeito ao tempo dos leitores, não menciono agora, mas se o leitor quiser se aprofundar, existem diversos livros, artigos na Internet, manuscritos e milhares de teorias que falam extensamente sobre esta possibilidade.

Não tenho nenhuma conclusão sobre se o que tratei neste artigo seja verídico ou não, deixo isto ao cargo de você leitor, que baseado em suas crenças e em sua filosofia tire as suas.

O Livro de Urantia

19 de Julho de 2008

Dos mistérios da humanidade, talvez o Livro de Urantia seja um dos mais interessantes e polêmicos. A história dos documentos deste enigmático livro, cobre um período de 50 anos, começando aproximadamente em 1906 e terminando com a primeira publicação dos manuscritos, que se transformaram em livro, no ano de 1955.

Tudo começou com um certo Dr Willian Sadler, que nasceu em Spencer, Indiana, em 14 de Junho de 1875. Foi retirado da escola pública, porque seus pais tinham medo de que ele contraísse a mesma doença contagiosa que matou sua irmã. Sem ter a oportunidade de estudar regularmente em uma escola. Seus pais e tutores passaram a lhe proporcionar eles mesmos a educação formal. Mais tarde, por sua própria iniciativa, ele foi complementando esta educação, conhecendo muito bem a bíblia e demonstrou aos 14 anos atributos de orador.

Trabalhou muito tempo na empresa Kellogg´s (aquela dos Sucrilhos) cujo fundador era W. R. Kellogg. Sempre envolvido com medicina, mas não tendo a formação de médico, foi, aos vinte anos, diretor da Missão Médica de Chicago, onde então iniciou um trabalho de educação junto às comunidades carentes de Chicago. Achava então o Dr Sadler, possuir vocação religiosa, iniciando sua educação em teologia no Moody Bible Institute. Em 1893, conheceu uma estudante de enfermagem chamada Lena Kellogg e se casou em 1897.

Uma importante virada em sua vida aconteceu quando o primeiro filho do casal morreu 11 meses depois do nascimento, motivando o casal a estudar medicina e se tornarem médicos. Cada um então cursou uma escola de medicina diferente. Dr Willian se transformou em um grande cirurgião, decidindo depois, transformar-se em psiquiatra. Após vários anos de uma carreira de sucesso e bastante esforço, foi à Europa e estudou com o Dr Freud por quase um ano fazendo parte do grupo de debates que incluía Freud, Jung e Adler. Posteriormente deu-se o conhecido rompimento com Freud.

O nosso bom Doutor, então, voltou Estados Unidos, se tornando uma personalidade importantíssima na psiquiatria americana e foi considerado uma das pessoas que começaram as práticas da medicina preventiva. Resumindo, o nosso personagem estudou em 5 Universidades americanas, escreveu 42 livros, diversos artigos sobre saúde, psiquiatria e higiene mental e foi professor em diversas universidades de medicina e psiquiatria nos Estados Unidos.

Um belo dia, uma senhora correu até o apartamento do casal Sadler, dizendo que seu marido estava dormindo fazia muito tempo e ela não conseguia acordá-lo de jeito nenhum. Era um homem saudável sem nenhum sintoma de nada que justificasse o que lhe tinha sido acometido e de repente o marido acordava como se nada tivesse acontecido.

Este caso se repetiria por diversas vezes deixando o casal de médicos intrigados. Um dia a Dra. Lena notou movimento nos lábios do paciente, como se estivesse falando. Neste dia, o paciente falou com uma voz e sotaque diferentes. O paciente afirmara ser um estudante visitante de um outro planeta numa missão de observação. Perito em fraudes, o Dr Sadler passou a investigar a possibilidade, no entanto, não encontrando nada que provasse ser enganação por parte do “sujeito adormecido” apelido com o qual este homem ficaria conhecido.

As informações do “sujeito adormecido” eram de tal forma consistentes, que o casal desistiu de tentar achar uma resposta para o fenômeno e passaram a estudar as informações transmitidas pela suposta “entidade”. Foram feitas diversas perguntas bem difíceis sobre o Universo, e todas as respostas foram devidamente anotadas. Com o tempo diversas pessoas proeminentes tiveram conhecimento do caso e marcaram diversas reuniões, que, pelo grande número de pessoas se transformou num fórum no qual participaram mais de 400 membros iniciado em 1923 e terminado em 1942. A compilação da discussão neste fórum se transformou no “Livro de Urantia”.

Afinal, que diabos é este tal Livro de Urantia ?

É um livro bem interessante, Sua versão original é em inglês arcaico e é composto por mais de um milhão de palavras que tenta explicar os mistérios da humanidade. Existem diversas explicações sobre Ciência, Religião, Filosofia e outras áreas do conhecimento. Dizem que mais de 1000 autores (todos eles entidades supra-terrestres) contribuíram para sua compilação. Fala de Jesus, de Adão e Eva, Melquisedeque, a bíblia, e outros livros religiosos.

Ninguém conhece a identidade dos narradores do livro, por este motivo existem muitas teorias a respeito da sua origem, até mesmo de sua autenticidade. Não existe ainda nenhuma religião formal baseada nos seus dizeres.

Quanto a mim, caros leitores, li sim o livro, achei interessante como informação e recomendo a sua leitura, no entanto, apenas como informação, pois, como podem ver trata-se de mais um livro “psicografado” ou seja lá que nome tenha, dentre milhares qua andam por aí.

A propósito, Urantia, é simplesmente o nome dado ao planeta terra pelas “entidades”.

Para aqueles que gostam do assunto e estão interessados em ler; dêm uma olhada em: http://www.ayltondoamaral.com/LivrodeUrantia.pdf ou http://www.urantia.com.br/

Illuminati e outros

12 de Julho de 2008

Como as teorias da conspiração estão em moda ultimamente, não vou me furtar de falar um pouco sobre isto, por duas razões:

a) Está na Moda.
b) Adoro o assunto.

Gostaria de falar um pouco sobre uma famosa Ordem Secreta, chamada Illuminati, no latim arcaico Illvminati , plural do latim Illuminatus (aquele que é iluminado). Segundo diversos autores, seria o Governo Secreto do Mundo. Na realidade existem por aí diversos grupos que se intitulam Illuminati, que vão desde pessoas sérias com boas intenções, passando por ordens fictícias que querem apenas o dinheiro dos incautos, até alguns que podem ser realmente os dominadores do mundo. Veja bem caro leitor, eu disse que podem ser, não afirmo nada, porque, simplesmente sou um mero mortal, como a maioria dos membros da espécie humana.

A história comprova que existiu uma Ordem Illuminati, lá pelo ano de 1776, que era um grupo constituído de pessoas com pensamento Iluminista, pensamento este que também serviu como uma das bases filosóficas para a Revolução Francesa. Esta Ordem se chamava “Os Iluminados da Baviera” fundada pelo professor de lei canônica Adam Weishaupt, falecido em 1830, e pelo barão Adolph von Knigge, na cidade de Ingolstadt, Baviera, atual Alemanha. Na época a Europa era bem mais dominada do que hoje pela Igreja Católica, portanto, os Illuminati tiveram árduas batalhas pela frente, na defesa de suas idéias, que eram anti-religiosas por excelência. Esta batalha teve fim em1784, quando o governo bávaro baniu todas as sociedades secretas incluindo os Illuminati e os maçons. Devido à diferença de forças, a estrutura dos Illuminati desmoronou logo.

Graças à contra propaganda das forças vitoriosas nestas batalhas, os Illuminati, ou os Maçons, ou qualquer outra ordem iniciática, talvez tenha ficado com a pecha de dominadores secretos do mundo, talvez não, isto nunca ninguém vai saber.
Existiram outras, das quais posso destacar os “Alumbrados da Espanha”. O historiador Marcelino Menéndez y Pelayo encontrou registro do nome já em 1492 (na forma iluminados, 1498), mas julgou-os um pouco diferentes. Eles tinham uma origem gnóstica, portanto, bem diferentes de seus homônimos Alemães. Pelayo achou que seus ensinamentos na Espanha eram Influenciados por origens Italianas. A filha de um trabalhador conhecida como a “Beata de Piedrahita”, foi considerada uma de seus líderes. Esta Beata chamou a atenção da Inquisição, por afirmar que mantinha diálogos com Jesus Cristo e a Virgem Maria. Graças a padrinhos poderosos (Illuminatti?) foi salva (fato citado pelo mencionado historiador espanhol em seu livro “Los Heterodoxos Españoles”, 1881, Vol. V).
Controlar pessoas, controlar o mundo é o sonho de todo aquele que almeja o poder, seja ele um político, seja ele um empresário, etc. Professores não faltam, temos Maquiavel, Sun Tzu, e diversos outros que falam de liderança, mas na verdade escondem tentativas de controle de corações e mentes. Livros também estão aí aos montes, temos a Arte da Guerra, O Príncipe, O Protocolo dos Sábios de Sião, e muitos outros, incluindo alguns daqueles disfarçados como auto-ajuda. Quem já leu estes livros e observa os atos dos governantes do mundo, vê que eles são excelentes alunos, é só olhar para o Bush, o Evo Morales, o Hugo Chaves, e até mesmo nosso Barbudinho.

Exemplos de tentativa de controle?

Talvez, criminalizar o uso do álcool no trânsito, sem nenhum critério do que seja excesso ou não, como forma de estarmos sempre infringindo a lei. Colocar chips nos carros. A exigência das companhias de seguro que praticamente nos obrigam a colocar rastreadores no carro com a desculpa de que “é para a nossa própria segurança”. Hoje não embarcamos em aviões sem que sejamos escaneados “de cabo a rabo”, até a nossa pobre e inofensiva água de garrafinha, é controlada e até proibida nos vôos. Quando entramos em agências bancárias, temos que praticamente colocar todo o conteúdo de nossos bolsos para fora, passar por humilhações bárbaras sob a desculpa de que é para nossa própria segurança. Será mesmo? Será que estes crimes não seriam também forjados ou encorajados, só para que então passemos a exigir este controle?

Vejam a nossa internet, que nasceu para ser incontrolável. Em caso de holocausto nuclear, uma rede sem ponto central, seria mais difícil de se destruir. Vocês já notaram a imprensa praticamente massificando a pedofilia na internet? Até parece que o problema dos pedófilos é novo, e ao invés de se curar o mal pela raiz, o que querem nossos governantes? Isso mesmo, censurar a internet. Será que vai acabar com a pedofilia censurando a internet? Metafóricamente falando, seria como se nossos governos quizessem acabar com os encanadores proibindo as chaves inglesas e se alguém inventa uma chave inglesa melhor, a culpa é da chave inglesa, mas esquecem que existem outras ferramentas alternativas e para acabar com um problema, tem que ser pela raiz. Já pensaram onde isso pode acabar? Leiam 1984 de George Orwell e vocês verão que nada se cria, tudo se copia, como dizia o Chacrinha sobre a criatividade na televisão.

Temos diversos exemplos de líderes que prometeram milagres rápidos, e quando chegaram ao poder, mostraram as garras.

Destaco o exemplo de um vegetariano, que não fumava, não bebia e vivia praticamente uma vida fiel com a companheira. Sabem de quem estou falando?

Dele mesmo, o Adolphinho, aquele, com o sobrenome de Hitler.

Hitler foi praticamente eleito em um país sem qualquer esperança de melhora, deu um golpe de estado, com praticamente todo o apoio dos alemães. Naquela época, suas condições de vida eram inimagináveis, onde a corrupção e a pobreza imperavam num estado fraco e corrupto, onde a cidade civil desarmada era refém de uma luta entre dois tipos de bandidos, aqueles que estavam do lado da lei e daqueles que estavam contra a lei, em uma Alemanha, que, depois de perder a primeira Guerra mundial, sofreu sanções humilhantes do Tratado de Versalhes. Isto também se aplicou a Rússia com o Czarismo, que deixou que o Comunismo imperasse, com promessas de melhora de todo tipo.

Mudam os tempos, mudam os países e a história se repete… e repete… e repete…

Será que tudo isto não passa de um complô para nos controlar?

Sinceramente, não tenho resposta para isto, ou seja, sou tão membro do gado como vocês leitores que estão me aturando com este monte de idéias de um legítimo paranóico. E quanto mais se pensa em grupos conspirando na surdina, complôs, governos por trás de governos, sociedades secretas, grupos de empresários poderosos, extra-terrestres, intra-terrestres, espíritos do além e seja lá mais o que a paranóia nos imponha a pensar, pior ficaremos.

Solução?

Não sei amigos, do fundo do meu coração, espero que tudo isto seja uma grande história de ficção.

Pelo sim, pelo não, deixo com vocês uns versos da Música Ouro de Tolo do saudoso Raulzito:

Eu que não me sento
No trono de um apartamento
Com a boca escancarada cheia de dentes
Esperando a morte chegar
Porque longe das cercas embandeiradas que separam quintais
No cume calmo do meu olho que vê
Assenta a sombra sonora de um disco voador

A Música que ninguém conhece.

9 de Julho de 2008

Você já deve ter assistido em diversos filmes, principalmente Americanos e Ingleses, onde as pessoas cantam uma música no romper do novo ano.

Auld Lang Syne é uma tradicional canção de língua inglesa cantada no Ano Novo pelas pessoas nos EUA e no Reino Unido e também é conhecida como “the song that nobody knows” (a música que ninguém conhece) porque, apesar de praticamente todo mundo conhecer a sua melodia, quase ninguém conhece sua letra exatamente.
Aqui no Brasil existe uma versão que se chama “Valsa da Despedida” que começa como “Adeus amor eu vou partir…”

Esta música tem uma origem polêmica, pois ninguém sabe dizer ao certo sua origem. Tim Barret diz que a letra desta música é um tipo de Escocês antigo, cuja tradução, seria mais ou menos “Times Gone By”, (tempos passados). E uma das passagens diz: “Ainda beberemos um copo de bondade pelos bons e velhos tempos.”.
Outros autores dizem que a origem vem dos tempos do antigo continente de Lemúria. Para os que não conhecem; Atlântida não é o único mito de civilização desaparecida que afundou no mar, Lemúria é também uma civilização que teve o mesmo destino. Prometo um artigo falando sobre Lemúria futuramente.

A lenda diz que enquanto Lemúria afundava, diversas pessoas começaram a entoar esta canção, bem parecida com a história do Titanic, onde a orquestra começou a tocar no momento do afundamento do navio.

Resumindo, a história de Lemúria é bem parecida com a da Atlântida, ou seja, um continente que detinha grande conhecimento, que foi deturpado e usado para o mal.
Reza a lenda que o continente afundou de forma muito silenciosa e que a maioria das pessoas não percebeu. Na noite do evento, todos dormiam normalmente. Diversos sacerdotes e sacerdotisas que sabiam do fato permaneceram acordados como voluntários para desaparecerem com a terra e o seu povo, fazendo mentalizações e espalhando energias de conforto e coragem para ajudar àquelas almas na transição. Ou seja: cuidaram dessas pessoas para que, numa futura encarnação, estarem preparados para enfrentar conseqüências mais trágicas.

Lorde Himalaya, em 1959, disse: “Muitos membros da classe sacerdotal colocaram-se em pequenos grupos estratégicos, em vários locais, e rezaram e cantaram à medida que afundavam sob as águas. A idéia de suporte desta ação era a de que todas as experiências horríveis deixam uma cicatriz e um trauma no corpo etéreo e na memória celular das pessoas, que leva várias vidas encarnadas para curar”.

Acredite ou não caro leitor, o fato é que esta música possui uma aura de mistério bastante interessante para aqueles que gostam do assunto.
Fique agora com a letra, experimente cantar com a melodia da Valsa da Despedida, e lembre-se de Lemúria:

Should auld acquaintance be forgot
And never brought to mind?
Should auld acquaintance be forgot
And auld lang syne!

For auld lang syne, my dear
For auld lang syne
We’ll tak a cup o’ kindness yet
For auld lang syne.

And surely ye’ll be your pint stowp
And surely i’ll be mine!
And we’ll tak a cup o’ kindness yet,
For auld lang syne.

For auld lang syne, my dear
For auld lang syne
We’ll tak a cup o’ kindness yet
For auld lang syne.

We twa hae run about the braes
And pou’d the gowans fine
But we’ve wander’d mony a weary fit
Sin’ auld lang syne.
For auld lang syne, my dear
For auld lang syne
We’ll tak a cup o’ kindness yet
For auld lang syne.

We twa hae paidl’d in the burn
Frae morning sun till dine
But seas between us briad hae roar’d
Sin’ auld lang syne.

For auld lang syne, my dear
For auld lang syne
We’ll tak a cup o’ kindness yet
For auld lang syne.

And there’s a hand, my trusty fere
And gie’s a hand o’ thine
And we’ll tak’ a right gude-willie waught
For auld lang syne.

For auld lang syne, my dear
For auld lang syne
We’ll tak a cup o’ kindness yet
For auld lang syne.

Aylton do Amaral
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Mais uma do Barão de Itararé.

28 de Junho de 2008

No Curso de Medicina, o professor se dirige ao aluno e pergunta:

- Quantos rins nós temos?

- Quatro! Responde o aluno.

- Quatro? Replica o professor, arrogante, daqueles que sentem prazer em tripudiar sobre os erros dos alunos.

- Traga um feixe de capim, pois temos um asno na sala. Ordena o professor a seu auxiliar.

- E para mim um cafezinho! Replicou o aluno ao auxiliar do mestre.

O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala. O aluno era, entretanto, o humorista Apparício Torelly, também conhecido como Aporelly, (1895-1971), mais conhecido como o ‘’Barão de Itararé’.

Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre:

- O senhor me perguntou quantos rins ‘nós’ temos. ‘Nós’ temos quatro: dois meus e dois seus. ‘Nós’ é uma expressão usada para o plural. Tenha um bom apetite e delicie-se com o capim.

A vida exige muito mais compreensão do que conhecimento. Às vezes as pessoas, por terem um pouco a mais de conhecimento ou acreditarem que o tem, se acham no direito de subestimar os outros… e haja capim!!!

28 de Junho de 2008

Fernando Pessoa

15 de Junho de 2008

“ONTEM À TARDE um homem das cidades
Falava à porta da estalagem.
Falava comigo também.
Falava da justiça e da luta para haver justiça
E dos operários que sofrem,
E do trabalho constante, e dos que têm fome,
E dos ricos, que só têm costas para isso.

E, olhando para mim, viu-me lágrimas nos olhos
E sorriu com agrado, julgando que eu sentia
O ódio que ele sentia, e a compaixão
Que ele dizia que sentia.

(Mas eu mal o estava ouvindo.
Que me importam a mim os homens
E o que sofrem ou supõem que sofrem?
Sejam como eu – não sofrerão.
Todo o mal do mundo vem de nos importarmos uns com os outros,
Quer para fazer bem, quer para fazer mal.
A nossa alma e o céu e a terra bastam-nos.
Querer mais é perder isto, e ser infeliz.)

Eu no que estava pensando
Quando o amigo de gente falava
(E isso me comoveu até às lágrimas),
Era em como o murmúrio longínquo dos chocalhos
A esse entardecer
Não parecia os sinos duma capela pequenina
A que fossem à missa as flores e os regatos
E as almas simples como a minha.

(Louvado seja Deus que não sou bom,
E tenho o egoísmo natural das flores
E dos rios que seguem o seu caminho
Preocupados sem o saber
Só com florir e ir correndo.
É essa a única missão no Mundo,
Essa - existir claramente,
E saber fazê-lo sem pensar nisso.)

E o homem calara-se, olhando o poente.
Mas que tem com o poente quem odeia e ama?”

(Fernando Pessoa/Alberto Caeiro)

Onde está você agora ?

7 de Junho de 2008

Uma mãe e um bebê camelo estavam por ali, à toa, quando de repente o bebê-camelo perguntou:

Bebê: Mãe, mãe, posso te perguntar umas coisas?

Mãe: Claro! O que está incomodando o meu filhote?

Bebê: Porquê os camelos têm corcova?

Mãe: Bem, meu filhinho, nós somos animais do deserto, precisamos das corcovas para reservar água e por isso mesmo somos conhecidos por sobreviver sem água.

ebê: Certo, e por que nossas pernas são longas e nossas patas arredondadas?

Mãe: Filho, certamente elas são assim para permitir caminhar no deserto. Sabe, com essas pernas eu posso me movimentar pelo deserto melhor do que qualquer um! Disse toda orgulhosa.

Bebê: Certo! Então, por que nossos cílios são tão longos? De vez em quando eles atrapalham minha visão.

Mãe: Meu filho! Esses cílios longos e grossos são como uma capa protetora para os olhos. Eles ajudam na proteção dos seus olhos quando atingidos pela areia e pelo vento do deserto! Disse com orgulho nos olhos.

Bebê: Tá… então a corcova é para armazenar água enquanto cruzamos o deserto, as pernas para caminhar através do deserto e os cílios são para proteger meus olhos do deserto.

Então que diabos estamos fazendo aqui no Zoológico?????

Moral da história:

“Habilidade, conhecimento, capacidade e experiências são úteis se você estiver no lugar certo”

ONDE você está agora?